Quem sou eu

Minha foto
Um desenhista, caricaturista, competente e versátil, cheio de desenhos para dar e que procura clientes para relacionamento puramente profissional e temporário com o justo pagamento pela minha arte.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Mais vale um pássaro morto que dois no Congresso

O fato é que o tal mega-empresário pr $ilas Malafaia está envolvido DIRETAMENTE com políticos, não com política. Nessas eleições, ele apareceu pedindo votos para Marcelo Crivela! Fiquei muito surpreso (embora não devesse) por ver muitos crentes garantindo seu voto no bispo da IURD, genro do bispo Macedo. Esses crentes justificavam a escolha usando o discurso escatológico de Malafaia que afirma diariamente ao seu curral eleitoral que os evangélicos sofrem uma perseguição no nível político e, por isso, devem se precaver. Bem, esses mesmos crentes e até Malafaia sabem muito bem que Crivela e a Igreja Universal trabalham para transformar a face do evangelho no Brasil à moda Macedo.
Conclusão, os crentes preferem dar poder a um servo do Diabo _mas que tem rótulo evangélico_ por puro medo de sofrer perseguição. Fico muito assustado com a falta de dicernimento dos evangélicos, já que a Igreja nesses 2000 anos de história sempre preferiu ser perseguida até a morte do que prostituir o evangelho. De fato, existem projetos de lei que atacarão de frente as igrejas, mas não acredito que sejam tão iminentes como aterroriza Malafaia. Seja como for, eu como cristão prefiro que todos esses projetos tornem-se leis e que a igreja seja perseguida do que vê-la se prostituir, pregando um outro evangelho que não o verdadeiro.

"O sangue dos mártires é a semente da igreja" (Tertuliano)

sábado, 2 de outubro de 2010

Césio 137

"Atraídos pelo maldito brilho azul
Os belos olhos da besta
Olhamos, chegamos perto, mais perto
Tocamos e depois comemos
Flagelo, tumores e amputação
Adão que nos perdoe
Para provar a liberdade descobrimos a morte".

sábado, 18 de setembro de 2010

Brazil X EUA

Recentemente, Silvester Stallone, ator e auterofilista da terceira idade, referiu-se ao Brasil, país onde gravou cenas de seu filme, dizendo que aqui pode-se explodir o país inteiro que nós gostamos e, como agradecimento, ainda damos um macaco. Outro dia, Robim Willians, ator e babá quase perfeita, disse que o Rio de Janeiro venceu a eleição para sede das Olimpíadas de 2016 porque levou prostitutas e cocaína. Esses dois fatos nos dão uma ideia da imagem que os estrangeiros fazem de nós, e poderíamos citar ainda outros casos que confirmariam essa ideia.
Na visão dos de fora, nosso país não tem uma política de segurança adequada e, por isso, nossa violência é tão falada. Nossa cultura popular, para eles, prioriza a sensualidade usando massivamente a imagem de mulheres seminuas e músicas que descrevem detalhadamente cenas de sexo. Bem, é tudo verdade! Mas eles não têm nada com isso! O fato importante é que esses dois estadunidenses que citei antes são nacionalistas, aliás como todos de lá. Os "americanos" (como eles mesmos se chamam) são muito nacionalistas e isso me fez refletir sobre o que eu penso do meu país. Afinal de contas, é importante ser nacionalista, amar uma instituição federal, estimar uma língua e uma cultura etc. Então, pensando na cultura caliente, na língua pomposa e na vida do povo, concluí: Os Estados Unidos é melhor.
Desculpem se eu não sou muito patriota, mas, convenhamos, lá tudo é melhor que aqui. Aliás, como já sabemos, lá, até os mendigos falam inglês, aqui porém, os mindingo nem o português falam. Mas penso que tudo isso não deve nos paralizar, pois não é culpa nossa, é algo que herdamos da terra em que estamos, desde a pré-história, e isso eu posso provar. Descobri que a arqueologia pode nos fornecer os primeiros vestígios de nossa desqualidade paisesca (neologismo). Nos EUA, os arqueólogos escavaram, escavaram e descobriram o Tiranossauro Rex.


Grande e cheio de dentes, o T-Rex era o verdadeiro rei dos dinossauros. Depois dos filmes do Spilberg (é assim que se escreve?) se tornou praticamente um dos símbolos do poderio nacional, o monstro imponente que faz barulho e destroi tudo que se mexe. Os Estados Unidos da América é assim, um país grande e poderoso que põe medo em todo mundo. Quem se mexe um pouco mostrando alguma vida, ele vai e créu! ou melhor, Bang! É assim mesmo, sem pena, "yes, we can!".
E no Brasil? Aqui, os arqueólogos se embrenharam no sertão, escavaram, escavaram... e descobriram o quê?

A Preguiça Gigante. É necessário dizer mais alguma coisa? Claro que não, e, depois, já cansei de escrever.


PS (grande): Aguardem o próximo texto sobre o tema. Mas aguardem sentados, pois, se depender da minha habilidade redacional, isso vai demorar. E outra coisa: não critiquem meus textos. Fazer faculdade de letras não faz de ninguém um gênio das palavras. Não obstante, eu não estou interessado na vossa opinião! A não ser que seja para elogiar.

sábado, 21 de agosto de 2010

Marília

Eu vi os pássaros
Marília não estava lá
Mas eu vi os pássaros
Aqueles pássaros
Sob o sol tenro da capital
observei parado
Marília não veio
Mas eu fiquei lá parado
Mas eu vi os pássaros
Ajeitei o terno e o colete
Reparei nas telhas velhas
Saí debaixo delas
Passei à sacada
E vi os pássaros
Acho que eram andorinhas
Pensei que fosse Marília
Olhei o relógio a última vez
Voltaram os pássaros
A quarta revoada
Um leve toque no ombro
Então olhei e pensei
Ai que bosta!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O sussurro da abelha



Sejamos como esta abelha. Uma pequena atitude pode mudar o mundo inteiro.
Às vezes pensamos que uma andorinha só não faz verão, mas essa não foi o pensamento das pessoas que mudaram o mundo, dos grandes gênios que transformaram a humanidade.