Quem sou eu
- André dos Santos
- Um desenhista, caricaturista, competente e versátil, cheio de desenhos para dar e que procura clientes para relacionamento puramente profissional e temporário com o justo pagamento pela minha arte.
sábado, 10 de setembro de 2011
Fogo amigo
Eles ficam lá do outro lado com sua bandeira asteada e com todos os sinais de que está contra e vai atacar. Você sabe que ele vai disparar e ele sabe que você irá tentar se defender e lhe retribuir o ataque. Você e ele tem um acordo, é honesto!
Por outro lado, os supostos amigos acham que sabem mais da sua vida do que você mesmo e danam-se a fazer críticas num tom amistoso. Não há nenhuma ajuda, apenas piadinhas e perguntas que só fazem você se sentir inferior a ele. Em tal circunstância você não tem direito de defesa, pois o fogo amigo vem camuflado de boa vontade. Esses dias fiquei pensando nas pessoas que mais me entristeceram e notei que nenhuma delas era um inimigo declarado. Ao que parece, a traição é um privilégio dos amigos.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Em breve.

Caro leitor, é com grande pesar que venho dar satisfações pelo longo tempo sem produzir algo para o blog. Não que vocês se importem ou que eu me sinta o "Machado de Assis" da internet, mas já estou sinceramente incomodado com essa situação. Depois de meses sem escrever no blog, decobri que ninguém se importa, mas eu me importo, o suficiente para fazer um pouco de esforço. Então aguardem pois vou preparar mais alguma coisa mal escrita e pessoal que poucos irão se valorizar. Afinal, não é só porque ninguém te lê que você não deve escrever.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Novo filme: "Quem quer ser um deputado?"
O aumento foi votado sem debate no congresso enquanto projetos de leis de extrema importância para o país estão mofando por lá há anos. Enviada ao senado, a matéria levou cerca de 3 minutos para ser aprovada. Nesse momento que escrevo, ouvi que muitas assembleias legislativas estaduais já estão se preparando para colocar o assunto em pauta e aumentar o salário dos deputados estaduais. É uma orgia em nível nacional!
DEM
Indio da Costa
Rodrigo Maia
Solange Amaral
PCdoB
Edmilson Valentim
PMDB
Alexandre Santos
Bernardo Ariston
Edson Ezequiel
Eduardo Cunha
Nelson Bornier
Paulo Rattes
Solange Almeida
PP
Jair Bolsonaro
Simão Sessim
PR
Dr. Adilson Soares
Dr. Paulo César
Geraldo Pudim
PRB
Léo Vivas
PSC
Filipe Pereira
Hugo Leal
PT
Antonio Carlos Biscaia
Carlos Santana
PTdoB
Vinicius Carvalho
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Mais vale um pássaro morto que dois no Congresso
Conclusão, os crentes preferem dar poder a um servo do Diabo _mas que tem rótulo evangélico_ por puro medo de sofrer perseguição. Fico muito assustado com a falta de dicernimento dos evangélicos, já que a Igreja nesses 2000 anos de história sempre preferiu ser perseguida até a morte do que prostituir o evangelho. De fato, existem projetos de lei que atacarão de frente as igrejas, mas não acredito que sejam tão iminentes como aterroriza Malafaia. Seja como for, eu como cristão prefiro que todos esses projetos tornem-se leis e que a igreja seja perseguida do que vê-la se prostituir, pregando um outro evangelho que não o verdadeiro.
"O sangue dos mártires é a semente da igreja" (Tertuliano)
sábado, 2 de outubro de 2010
Césio 137
Os belos olhos da besta
Olhamos, chegamos perto, mais perto
Tocamos e depois comemos
Flagelo, tumores e amputação
Adão que nos perdoe
Para provar a liberdade descobrimos a morte".
sábado, 18 de setembro de 2010
Brazil X EUA
Na visão dos de fora, nosso país não tem uma política de segurança adequada e, por isso, nossa violência é tão falada. Nossa cultura popular, para eles, prioriza a sensualidade usando massivamente a imagem de mulheres seminuas e músicas que descrevem detalhadamente cenas de sexo. Bem, é tudo verdade! Mas eles não têm nada com isso! O fato importante é que esses dois estadunidenses que citei antes são nacionalistas, aliás como todos de lá. Os "americanos" (como eles mesmos se chamam) são muito nacionalistas e isso me fez refletir sobre o que eu penso do meu país. Afinal de contas, é importante ser nacionalista, amar uma instituição federal, estimar uma língua e uma cultura etc. Então, pensando na cultura caliente, na língua pomposa e na vida do povo, concluí: Os Estados Unidos é melhor.
Desculpem se eu não sou muito patriota, mas, convenhamos, lá tudo é melhor que aqui. Aliás, como já sabemos, lá, até os mendigos falam inglês, aqui porém, os mindingo nem o português falam. Mas penso que tudo isso não deve nos paralizar, pois não é culpa nossa, é algo que herdamos da terra em que estamos, desde a pré-história, e isso eu posso provar. Descobri que a arqueologia pode nos fornecer os primeiros vestígios de nossa desqualidade paisesca (neologismo). Nos EUA, os arqueólogos escavaram, escavaram e descobriram o Tiranossauro Rex.
Grande e cheio de dentes, o T-Rex era o verdadeiro rei dos dinossauros. Depois dos filmes do Spilberg (é assim que se escreve?) se tornou praticamente um dos símbolos do poderio nacional, o monstro imponente que faz barulho e destroi tudo que se mexe. Os Estados Unidos da América é assim, um país grande e poderoso que põe medo em todo mundo. Quem se mexe um pouco mostrando alguma vida, ele vai e créu! ou melhor, Bang! É assim mesmo, sem pena, "yes, we can!".
E no Brasil? Aqui, os arqueólogos se embrenharam no sertão, escavaram, escavaram... e descobriram o quê?
A Preguiça Gigante. É necessário dizer mais alguma coisa? Claro que não, e, depois, já cansei de escrever.
PS (grande): Aguardem o próximo texto sobre o tema. Mas aguardem sentados, pois, se depender da minha habilidade redacional, isso vai demorar. E outra coisa: não critiquem meus textos. Fazer faculdade de letras não faz de ninguém um gênio das palavras. Não obstante, eu não estou interessado na vossa opinião! A não ser que seja para elogiar.
sábado, 21 de agosto de 2010
Marília
quarta-feira, 14 de julho de 2010
O sussurro da abelha
Sejamos como esta abelha. Uma pequena atitude pode mudar o mundo inteiro.
Às vezes pensamos que uma andorinha só não faz verão, mas essa não foi o pensamento das pessoas que mudaram o mundo, dos grandes gênios que transformaram a humanidade.
sábado, 12 de junho de 2010
Perde Hexa Brasil!
Nós brasileiros, assim como o sujeito acima, somos extremamente competitivos. A vitória é tudo! Nessa Copa, vamos torcer juntos pela nossa Seleção brazileira. Vamos torcer por nossos meninos multimilionários que vestem com orgulho as cores do país mas que vivem em países do primeiro mundo. Se eles vencerem levarão além do caneco um prêmio extra de cem mil reais. Vamos torcer para que alcancemos o inédito HEXA, mesmo que nossa categoria no esporte não seja reflexo do nosso desenvolvimento social ou político. Ahf... já deu pra entender né?!...Dane-se o Dunga! Dane-se o Kaká, Robinho e nós torcedores!
domingo, 30 de maio de 2010
Entenda-me se for capaz

Para desfazer o mito de que o texto falado é absolutamente acidental, desestruturado etc., levamos em consideração KOCH (2000) quando diz que o texto falado tem uma estruturação que lhe é própria e esta é ditada por circunstâncias sociocognitivas. Isso pode ser comprovado quando observamos, por exemplo, uma situação de interação face-a-face, como um diálogo entre amigos. Nessa situação, aquele que detém a palavra, em certo momento, não é o único responsável pela produção do texto, uma vez que ambos estão interagindo, trocando informações mesmo que silenciosas. Essa interação se apresenta através de artifícios criados e usados pelos interlocutores a fim de propiciar o êxito do diálogo. Esses artifícios podem ser correções, repetições, paráfrases e até mesmo o “sacrifício” da sintaxe em prol da compreensão do texto. Tudo isso demonstra a complexidade própria fala, revelando-nos a sua grande relevância."
sexta-feira, 14 de maio de 2010
CSI Brasil: Quem irá nos proteger?

quinta-feira, 6 de maio de 2010
Teoria do Caos
Assassinos, revoltados ou apenas deprimidos
Às vezes motivados por entorpecentes
ou somente por desprezo dos pais
que encheram nossas mentes de informação
mas o nosso caráter não teve formação
Educados pela rua e a televisão
Mas eu não posso condená-los
Antes do 15, ela já tinha engravidado
e antes que eu nascesse, eles já eram separados
Que seja eterno enquanto dure
Mas vai ser duro eternamente!
Não, eu não sou vidente
Não sei ver o futuro, mas enxergo no presente
e sei no que vai dar
Eu sinto a influência
Já vi esse filme e me lembro da sequência
Não tem final feliz
Então qualquer desgraça ocorrida no país
não é mera coincidência
mas pura consequência...
pura consequência dessa falta de moral
Se tivéssemos a ordem já seria algum progresso
Eles pedem o que eu não posso
e impõem o que eu não peço
E enquanto o mundo acaba, o povo pula carnaval,
joga futebol e é tudo tão normal
nesse país perdido sem nenhum valor moral"
[Ah crianças, não resisti ao desejo de publicar aqui mais um trecho de uma de minhas letras. Claro que também me senti forçado pela obrigação auto-imposta de postar com certa frequência no blog. Pois bem, apreciem se possível e, caso tenham lido descuidadamente, vale dizer que foi escrito como um Rap. Leia adequadamente; fica melhor.]
sexta-feira, 30 de abril de 2010
__ Não.
__ "Não"?
__ Não!
__ "Não, não..."
__ Não,...
__ Não! Não!
O texto acima, por mais estranho que pareça, se trata de um diálogo possível entre duas pessoas. Se você não tem a mente genial do autor, deve estar se perguntando que situação esta narrativa quer mostrar. De fato, essa é a grande charada. Você pode tentar decifrá-la e comentar para que eu aprecie.
Entretanto, o que eu realmente quero com este texto insólito é falar um pouco sobre problemas comunicativos relacionados à produção textual escrita. Longe de mim parecer um especialista no assunto, mas acho que posso opinar sobre. O que o tal texto tem de curioso é que ele foi todo reproduzido com a mesma palavra em cada fala mas, claramente, com um sentido diferente em cada uma dessas falas. A dificuldade, no entanto, se faz pela ausência de um elemento que no texto falado é abundante e essencial: o tom de voz. Por esse elemento, num discurso falado, percebemos nuances muito finas da intenção de um interlocutor como ironia, seriedade, diversos níveis raiva ou de entusiasmo etc. Por outro lado, um autor quando escreve, pode usar de várias ferramentas para tentar reproduzir o efeito do tom de voz, mas isso não é perfeito.
Depois de apresentar o problema, cabem aqui algumas perguntas intrigantes: Você já discutiu pelo MSN por algo aparentemente banal com quem você não discutiria assim? Já foi mal interpretado por um recado brincalhão que deixou no Orkut sem nenhuma maldade? Pois é, meu caro internauta. Esse é um drama típico dessa geração dependente da Internet. Nossos relacionamentos pessoais tornam-se cada vez mais impessoais, por causa dos nossos novos meios de comunicação interpessoal que se tornam cada vez mais rápidos e sintéticos. Claro que não acredito, como um sinal apocalíptico, que caminhamos para uma humanidade que não se falará mais face a face e apenas se comunicará via Internet, mas creio que o fato que citei já causa e ainda causará muitos conflitos neste mundo globalizado. Eu, definitivamente, não tenho solução para este problema, e nem sei se você acredita que ele seja preocupante. Mas, seja como for, problemas são sempre dispensáveis independentemente do tamanho. E então, você quer ter um probleminha? Eu NÃO!

